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Ser Host vai muito além de fazer perguntas - Por Claudio R.Palermo

Ser Host vai muito além de fazer perguntas.  É criar conexões, conduzir conversas e gerar experiências memoráveis.  Ao longo da minha trajetória no rádio, podcasts, eventos e apresentações corporativas, percebi que muitos profissionais possuem conhecimento, mas ainda encontram dificuldades para conduzir entrevistas com segurança, naturalidade e presença.  Por isso desenvolvi minha Mentoria para Hosts, um treinamento prático para quem deseja apresentar podcasts, eventos, lives, programas de rádio e entrevistas com mais confiança e profissionalismo.  Durante a mentoria, trabalhamos técnicas de postura, improviso, controle emocional, elaboração de perguntas, escuta ativa e estratégias para criar uma conexão genuína com convidados e audiência.  Um bom host não apenas conduz uma conversa. Ele transforma conteúdo em experiência. Se você deseja elevar seu nível de comunicação e se destacar como apresentador, estou pronto para ajudá-lo nessa jornada. 📲 Informações: (11...

Terapia ocupacional fortalece o cuidado e a autonomia nos CAPS

Especialista explica como a atuação dos profissionais transforma rotinas e amplia o acesso ao bem-estar mental


A busca por profissional em Terapia Ocupacional tem crescido nos últimos anos. Dados do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional registraram um aumento de 35% comparado a 2023. O coordenador e professor do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Guarulhos (UNG), Felipe Gemelgo, informa que a atuação dessa especialidade tem feito grande diferença nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), por exemplo.
 
De acordo com o coordenador, a presença deste profissional no CAPS faz parte da própria construção da reforma psiquiátrica no país e segue sendo essencial para aproximar o cuidado do cotidiano real das pessoas atendidas. O trabalho envolve desde ações práticas, como ajudar na retirada de documentos ou acompanhar trajetos, até intervenções que reorganizam rotinas e favorecem novos vínculos sociais.
 
Segundo o professor, essa atuação nasce de uma compreensão ética sobre o cuidado em saúde mental. “Nos CAPS, nosso papel é trabalhar para as pessoas continuarem vivendo em suas casas, convivendo com seus vínculos reais, circulando pelos espaços que desejam ou precisam frequentar e (re)construindo seus projetos de vida, mesmo quando enfrentam um sofrimento psíquico intenso", esclarece Gemelgo. 



 
Experiências que transformam rotinas

Dentro dos serviços, o terapeuta ocupacional organiza vivências que ajudam os usuários a ampliarem repertórios, descobrirem interesses e reconstruírem rotinas. Oficinas, grupos, atividades expressivas e atendimentos individuais se tornam oportunidades de escolha, pertencimento e participação social. Para muitas pessoas, essas experiências são inéditas e marcam novos caminhos possíveis no processo de autonomia.
 
“Muitas vezes, nos CAPS, as pessoas têm experiências inaugurais em suas vidas, seja em grupos terapêuticos, oficinas, atendimentos individuais ou no território. Nós criamos oportunidades para que elas vivenciem atividades expressivas, descubram interesses, exercitem habilidades e estabeleçam novas formas de se relacionar consigo mesmas e com o mundo”, destaca o professor.
 
Quem seguir nesta área terá contato com disciplinas que abordam saúde coletiva, políticas públicas, psicologia da saúde e aspectos sociais do sofrimento psíquico. Somado a isso, o curso de Terapia Ocupacional inclui conteúdos específicos, aproximando o aluno dos desafios enfrentados nos serviços e o preparando para uma atuação crítica e sensível ao território.

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