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Ser Host vai muito além de fazer perguntas - Por Claudio R.Palermo

Ser Host vai muito além de fazer perguntas.  É criar conexões, conduzir conversas e gerar experiências memoráveis.  Ao longo da minha trajetória no rádio, podcasts, eventos e apresentações corporativas, percebi que muitos profissionais possuem conhecimento, mas ainda encontram dificuldades para conduzir entrevistas com segurança, naturalidade e presença.  Por isso desenvolvi minha Mentoria para Hosts, um treinamento prático para quem deseja apresentar podcasts, eventos, lives, programas de rádio e entrevistas com mais confiança e profissionalismo.  Durante a mentoria, trabalhamos técnicas de postura, improviso, controle emocional, elaboração de perguntas, escuta ativa e estratégias para criar uma conexão genuína com convidados e audiência.  Um bom host não apenas conduz uma conversa. Ele transforma conteúdo em experiência. Se você deseja elevar seu nível de comunicação e se destacar como apresentador, estou pronto para ajudá-lo nessa jornada. 📲 Informações: (11...

Iniciativa no Norte vai impedir que 3 milhões de garrafas cheguem aos rios da Amazônia em 2025

 Com objetivo de aliviar a pobreza e reduzir a poluição plástica, incentivando a coleta do plástico descartado na natureza, a Lord e a Plastic Bank anunciaram a expansão da operação para o Norte do país. Pela primeira vez, a iniciativa chega a Manaus, com a meta de coletar o equivalente a 3 milhões de garrafas plásticas para reciclagem ainda em 2025, impedindo que os resíduos cheguem aos rios e igarapés da Amazônia.

A proposta inclui a participação das cooperativas Ascarman e Eco Cooperativa, e os catadores receberão um bônus por cada quilo de plástico entregue para reciclagem, aumentando suas rendas em até 30%. O lançamento do programa aconteceu nesta terça-feira (27), na sede da Ascarman, em Manaus, com a presença de representantes da Plastic Bank, da Lord e dos associados da cooperativa.

A Lord, empresa especializada na produção de filmes e embalagens plásticas flexíveis, e a Plastic Bank, fintech social que utiliza a reciclagem como ferramenta de combate à pobreza, renovaram a parceria pelo segundo ano consecutivo, em um programa de compensação plástica. Além do novo ponto em Manaus, as empresas também atuam nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, e, juntando todas as operações, o volume total de plástico coletado este ano será de 6 milhões de garrafas.



“Acreditamos que o setor produtivo tem um papel decisivo na transformação de realidades sociais e ambientais. Expandir essa iniciativa para o Norte do Brasil, especialmente em um território tão simbólico quanto a Amazônia, reforça o nosso compromisso com a economia circular e com o futuro das próximas gerações”, destaca

Faltando pouco para a COP30, em Belém, os debates sobre mudanças climáticas, preservação da Amazônia e gestão adequada de resíduos ganham força. Manaus é a 3ª pior cidade do país em saneamento básico e a 6ª pior, entre as capitais, na destinação correta de resíduos, segundo o Instituto Trata Brasil. Grande parte do lixo descartado irregularmente vai parar nos igarapés e no Rio Negro. Para conter esse avanço, a prefeitura instalou ecobarreiras que reduziram em mais de 50% o volume de resíduos sólidos retirados do rio. Ainda assim, segundo a Semcom, cerca de 300 toneladas de lixo são removidas por mês, com o plástico como principal componente.

O cenário reforça a urgência por soluções que aliem economia circular e inclusão social.

É com esse foco que as duas empresas expandem suas operações para Manaus, propondo um sistema que transforma o plástico em moeda de troca e gera impacto socioeconômico positivo para os coletores da região Norte.



Garantia de renda extra aos catadores


Em Manaus, a maior parte do lixo coletado segue para o aterro municipal, embora apenas 15% do volume seja, de fato, rejeito. De acordo com a Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abrema), os outros 85% poderiam ser reaproveitados na cadeia produtiva, mas acabam descartados de forma inadequada.

O volume coletado pela nova operação na capital amazonense será encaminhado para reciclagem. Todas as transações são registradas em uma plataforma baseada em blockchain, garantindo rastreabilidade, segurança, transparência e renda extra aos catadores..

- Esse é o primeiro programa de transferência de renda que beneficia os catadores do Norte, abrindo caminho para atuarmos em uma das áreas mais ricas em biodiversidade do mundo, mas que enfrenta desafios relacionados à gestão de resíduos. Inicialmente, vamos evitar que milhares de garrafas plásticas alcancem os rios e igarapés da região, por meio da integração de duas cooperativas. À medida que o ecossistema for ampliado, com a participação de mais empresas, conseguiremos aumentar a coleta e o impacto - diz Ricardo Araújo, diretor de operações da Plastic Bank no Brasil.

Além da coleta, a iniciativa contempla ações para o desenvolvimento das comunidades envolvidas. Os catadores participantes recebem kits de alimentos e podem acessar capacitações, promovendo inclusão digital e novas oportunidades econômicas.

Novo olhar para o plástico

Além do Brasil, a Plastic Bank atua nas Filipinas, na Indonésia, na Tailândia, no Egito e em Camarões. Globalmente, já foram recuperados mais de 160 milhões de quilos de plástico — o equivalente a mais de 8 bilhões de garrafas — por mais de 57 mil membros atuando em 448 localidades. No Brasil, o volume supera 7 milhões de quilos desde o início da operação, em 2019. O plástico reciclado é reintegrado à cadeia produtiva em novos produtos e embalagens, fortalecendo a economia circular.

Para a Lord, a sustentabilidade é um pilar estratégico do negócio. A empresa investe em diversas iniciativas, incluindo a linha de filmes sustentáveis Ecofilm, que incorpora tecnologias como o uso de resinas recicladas pós-consumo (PCR), materiais de fontes renováveis, além de filmes monomateriais e biodegradáveis. Além disso, o programa socioambiental Projeto Eco busca incentivar a valorização do plástico e fortalecer a economia circular em toda a cadeia produtiva, envolvendo tanto o setor industrial quanto escolas da rede pública de ensino.


Sobre a Plastic Bank

A Plastic Bank é uma fintech social com um programa global de coleta de plástico que ajuda a reduzir a pobreza através do incentivo à reciclagem plástica. Membros coletores de comunidades trocam plástico por dinheiro, bônus, benefícios sociais e muito mais. A coleta rastreável, a renda extra garantida às comunidades e os relatórios auditados são entregues através de nossa plataforma protegida por blockchain.

Pessoas e empresas reduzem sua pegada ambiental e apoiam comunidades por meio de um programa de impacto. Os assinantes têm acesso a uma conta com ferramentas para compartilhar o seu impacto, convidar seus clientes a participar e crescer. O material coletado é reinserido como matéria-prima reciclada para a economia circular.

A Plastic Bank tem sede no Canadá e operações nas Filipinas, Indonésia, Brasil, Egito, Tailândia e Camarões. PlasticBank® e Plástico Social® são marcas registradas da The Plastic Bank Recycling Corporation.

Saiba mais em plasticbank.com.


Sobre a Lord

A Lord é especializada no desenvolvimento e na produção de filmes e embalagens plásticas flexíveis atendendo ao mercado nacional e internacional há mais de 50 anos.

Tendo a sustentabilidade como um de seus principais pilares, buscamos a excelência em todos os processos, passando pelo desenvolvimento de novos produtos, com conceitos e tecnologias pautados no desenvolvimento sustentável. Com equipe multidisciplinar de trabalho, pesquisa e desenvolvimento, focada em “customer delivery” atendemos às necessidades dos mais variados segmentos: agrícola, alimentício, bebidas, conversão, higiênicos e descartáveis, industrial, varejo entre outros. 

Para conhecer mais sobre nossa empresa, acesse lordbrasil.com e siga nossas redes sociais.

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