Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
Meia Maratona da Amazônia valoriza atletas com deficiência e abre inscrições com premiação exclusiva para PCDs
Com largada antecipada, categorias específicas e premiação em dinheiro, corrida busca atrair atletas com deficiência de todo o Brasil para evento que acontece em setembro, em Belém (PA)
A Meia Maratona da Amazônia 2025, marcada para o dia 14 de setembro, em Belém (PA), terá categorias específicas voltadas à participação de Pessoas com Deficiência (PCDs). A iniciativa prevê largada diferenciada, estrutura adaptada, possibilidade de desconto na inscrição e premiação em dinheiro, com o objetivo de ampliar a inclusão nas provas de rua.
As categorias para atletas PCD estão divididas em três modalidades: cadeirantes (sem auxílio de terceiros, exclusivamente nos percursos de 5 km e 10 km), pessoas com deficiência visual (com uso obrigatório de venda e guia) e pessoas com deficiência física ou mental, desde que não se enquadrem nas demais categorias. Por razões de segurança e logística, a participação de cadeirantes não é permitida no percurso de 21 km.
De acordo com a organização, os atletas PCD terão largada cinco minutos antes do pelotão principal. Essa medida busca proporcionar maior segurança e fluidez ao trajeto. Também haverá premiação em dinheiro para os três primeiros colocados (masculino e feminino) nas três categorias da prova de 10 km. Os valores são de R$ 1.000 para o primeiro lugar, R$ 750 para o segundo e R$ 500 para o terceiro. Para que haja pódio e entrega dos prêmios, é necessário um mínimo de 10 atletas inscritos por categoria e gênero.
Além da estrutura diferenciada, os atletas PCD podem solicitar desconto na inscrição, mediante envio de laudo médico com a Classificação Internacional de Doenças (CID) correspondente e análise documental por parte da organização. As inscrições devem ser realizadas até 31 de agosto, pelo site oficial: www.maratonadaamazonia.com.br.
“Queremos que a Meia Maratona da Amazônia seja, de fato, um evento para todos os atletas do Brasil. Estamos preparados para receber os competidores com deficiência com o mesmo profissionalismo, estrutura e respeito que oferecemos a todos os participantes”, afirma Gustavo Fonseca, um dos organizadores da prova.
Fonseca também destaca que a proposta é fortalecer a visibilidade e a participação de atletas PCD no cenário esportivo nacional. “Temos recebido mensagens de corredores com deficiência de vários estados interessados em participar. Belém vai respirar esporte e inclusão em setembro.”
A largada será realizada na Aldeia Amazônica, na Avenida Pedro Miranda, com percursos de 5 km, 10 km e a tradicional meia maratona de 21 km. A organização informa que já são mais de 4 mil inscritos para a edição deste ano e recomenda atenção aos prazos, diante da alta procura por vagas.
Atletas PCD interessados em participar devem consultar o regulamento específico e, em caso de dúvidas, entrar em contato com a organização por meio dos canais oficiais.


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