Por que será que ainda conseguimos transformar um sentimento tão puro em algo que simplesmente nos causa dor e sofrimento?
E o que é pior, impomos esses mesmos sentimentos sobre aqueles irmãos que experimentaram esse sentimento opressor e descontrolado em suas vidas?
Sempre que o ser humano, estando encarnado ou até mesmo desencarnado, escolhe se perder em um mundo de conquistas e desejos, acaba ferindo e aprisionando, nesses momentos, seu irmão, sem pensar se preocupar se, diante desse sentimento possessivo, o irmão está sendo ferido, perdendo, assim, a capacidade de escolha sobre a própria vida. Jesus, quando caminhei sobre este plano carnal, sempre tentei nos falar de um sentimento libertador, que nos libertaria de nós mesmos.
Aqueles irmãos que compartilharam esse sentimento estariam livres e completamente felizes. Mas o ser humano ainda se posiciona incapaz de conhecer e vivenciar esse sentimento, escolha caminhar carregando verdadeiras algemas energéticas, que o prenda cada vez mais em um mundo sombrio e totalmente desequilibrado, tornando aquele irmão que cruzou o seu caminho um ser perdido, assim como ele próprio.
Ao caminharmos pelo mundo espiritual, sempre nos depararemos com milhares de campos de refugiados, locais onde a dor, o desespero e a solidão se tornaram seus senhores.
São irmãos que caminharam totalmente abandonados e perdidos, carregando sobre si o peso de um sentimento chamado amor, que simplesmente deveria libertá-los, trazendo paz e luz à sua vida.
Porém, aqueles irmãos que tinham a obrigação de auxiliá-los em sua nova jornada simplesmente incluíram seus acusadores, obrigando-os, através da doação de energia, a viver eternamente em um suplício de dor e cobranças.
Neste nosso novo trabalho, Quando o Amor Aprisiona, poderemos observar e aprender o quanto o amor possessivo e até mesmo doentio transformação e até vitória a vida de um ser, que, sem conseguir quebrar essas algemas, torna-se vítima de um amor autoritário e sem controle.

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