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A mensagem que atravessa o oceano: Ana Poltera leva a valorização da vida de Portugal à Suíça

  Quando o autoconhecimento e a superação se transformam em propósito, a palavra ganha força para cruzar fronteiras e transformar realidades. É exatamente essa a missão que a empresária, escritora, palestrante e mentora Ana Poltera vem desempenhando na Europa. No último dia 14 de setembro, Ana participou do evento “Conexão Global Portugal” , realizado nas instalações da Jethro International, em Paço de Arcos (concelho de Oeiras). O encontro reuniu empresárias, empreendedoras e profissionais de diversas áreas em um ambiente voltado para o desenvolvimento interpessoal, a troca de experiências e a criação de novas pontes profissionais. A passagem por solo luso serviu como preparação para um passo ainda maior: nos próximos dias, Ana Poltera lidera em Lausanne, na Suíça — país onde reside —, a programação do “Conexão Global Suíça - Edição Setembro Amarelo: conectar é acolher” . Transformando dores em caminhos de cura Radicada no país helvético, Ana desenvolve um trabalho focado em fert...

Federação lança guia para empresários trocarem iFood pela concorrência

 Início da operação de 99Food, Keeta e Rappi quebra monopólio do mercado de delivery em SP; Fhoresp também sugere a empresários que criem plataforma própria de entrega

 
A Federação de Hotéis, Bares e Restaurantes do Estado de São Paulo (Fhoresp) lançou um guia com orientações para empresários criarem meios próprios para a oferta de delivery aos clientes. A estratégia visa driblar o iFood, num momento em que concorrentes começam a desbravar o mercado. 99Food e Rappi já estão em operação, enquanto a Keeta se prepara para, em breve, também prestar o serviço de entrega.
 
A Fhoresp tem uma lista de queixas contra o iFood, como cobranças de taxas abusivas, manipulação do algoritmo de busca, promoções que lesam fornecedores e a aceitação de cadastro de estabelecimentos informais, além de deter, até poucos dias atrás, o domínio comercial total do setor.
 
O delivery no Brasil deve atingir US$ 21,18 bilhões em 2025, com projeção de US$ 27,81 bilhões em 2029, segundo a base de dados Statista. Somente o iFood tem 55 milhões de usuários e abocanha, com folga, a maior fatia do mercado.
 
O jogo, porém, está virando com a ofensiva da Rappi e o retorno de operação da 99Food, neste mês. Ambas adotaram estratégias para atrair novos estabelecimentos, como taxa zero de credenciamento nos primeiros anos. A chinesa Keeta, da Meituan, deve dar início às operações em novembro deste ano e acirrar ainda mais a disputa entre as plataformas de entrega.
 
Mesmo com a perspectiva de que a concorrência traga maior equilíbrio nas relações de consumo, a Fhoresp, entidade que representa mais de 500 mil estabelecimentos paulistas e outros 20 sindicatos patronais, lançou um guia que sugere uma série de alternativas para que os empresários driblem o monopólio da iFood (https://fhoresp.com.br/como-mobilizar-outros-empresarios-do-seu-bairro-para-sair-juntos-do-ifood/).
 
Uma das sugestões é criar um aplicativo ou meio de entrega próprio que canalize até 70% dos pedidos e distribua 30% entre as gigantes do delivery. Outra alternativa é a organização de uma cooperativa de entrega, com direito a treinamento de equipe e prática de taxas competitivas.
 
De acordo com o diretor-executivo da Federação, Edson Pinto, as propostas que abarca o guia proporcionam maior autonomia aos estabelecimentos:
 
“O delivery corresponde à fatia importante de vendas. Pensando nisso, passamos a estimular os estabelecimentos a criarem suas próprias plataformas, ou migrarem para a concorrência, como a 99Food e a Rappi, que já estão oferecendo condições melhores. Também precisamos aguardar a chegada da Keeta para analisar qual melhor opção”.



 
Regulamentação de Big Techs
Não de hoje, a Fhoresp vem denunciando práticas consideradas abusivas do iFood, como taxas de até 27% sobre o produto. Para Edson Pinto, isso poderia ser evitado, caso o Brasil já tivesse regulamentado o funcionamento das Big Techs:
 
“Essa ausência de regulamentação e de fiscalização tem causado danos aos empresários do nosso setor e aos consumidores. O iFood exagera, não dialoga e prejudica o mercado. Resumindo: faz o que quer”, pontua.

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